POLICIA

Roubou um carro, assaltou posto de combustivel e foi preso. Tudo por amor

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Delegado João Rodrigo de Luna

O moço que até então  tinha a ficha limpa,  deu a louca quando recebeu um chega pra lá da namorada. Paulo Henrique Cândido Souto  resolveu fazer sua estreia no crime, após o fim de uma relação amorosa. A sua amada o deixou  e partiu para uma cidade do Maranhão.

 

 

 

A largada

 

 

 

O estreante no mundo do crime deu início a sua ideia apaixonada e doida, domingo último quando decidiu roubar um carro em Planaltina-DF. Estava tudo pronto para a viagem rumo ao seu grande amor, que havia lhe dado um canto de carroceria. Antes de deitar o cabelo no rumo do norte, teve que trabalhar. Isso mesmo, o moço é um trabalhador. Trabalhou durante a segunda-feira e partiu de lá pra cá, saindo a boca da noite.

 

 

 

Deu prego

 

 

 

Ao chegar em Barreiras-Ba o carro (roubado) apresentou problemas. A bateria pifou. Era preciso fazer o pit stop. Nessas alturas dinheiro que é bom... Só se fosse roubado. Pronto o rapaz apaixonado resolveu partir para o segundo capítulo dessa novela amorosa e desastrosa. Roubou a bolsa de uma moça. Conseguiu 60 pau (reais). Era hora de deitar o cabelo, como diz o Gutão, rumo ao Piaui terra querida.

 

 

 

Terceiro capítulo

 

 

 

Em Corrente. Pensa num lugar que é danado para esse tipo de investida não dar certo. A máquina roubada estava com gasolina no fim, apontava aquele ponteiro famoso. Era preciso ampliar a ficha criminosa. Só havia um jeito: Abastecer sem precisar pagar. Ai só se for armado. Em posse de um possante  revólver calibre 22, o apaixonado véi mandou calibrar pneus e em seguida abastecer. Na hora de pagar... Surpresa para o frentista. “Tá vendo esse 22, passa dinheiro ou passo bala.” Disse o acusado. Pronto. Mais 700 paus para a viagem ao encontro de sua amada.

 

 

 

Alerta

 

 

 

A PM foi avisada e claro montou o cerco em Monte Alegre. Ao chegar na barreira policial o moço recebeu ordem para parar. Pensa que ele parou, Parou foi nada. Saiu cantando pneu, em seguida bateu em caminhão, correu pra dentro do mato, mas lembrou-se  que havia deixado o celular no carro. Antes de correr para o mato, ainda deu tempo de catar algumas notas  do dinheiro que havia espalhado. Sem o celular ele estava perdido e mal pago. Ao buscá-lo, surpresa. “Polícia. Teje preso.” Disse a autoridade.

 

 

 

Paulo Henrique Cândido Souto está preso na delegacia de polícia civil de Corrente, onde foi ouvido pelo delegado João  Rodrigo de luna.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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