ESPORTE

Vejam como funcionam campeonatos amadores e o que levou Jairo Martins a denunciar

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Regulamento

É feito  com aprovação da maioria, no caso do campeonato municipal de 2017,  09 (nove dos dez dirigentes das equipes participantes) aprovaram o regulamento. A única exceção é do denunciante,  que não participou da elaboração da elaboraçâo, perdendo todas as reuniões, mas ainda assim, por decisão da maioria foi autorizado a participar.

Membros

A comissão organizadora das competições é composta pelos funcionários da Superintendência de Esportes; Florisvaldo Vieira, Alan Cardec e Eduardo Louzeiro. Na elaboração do regulamento todos os dirigentes tem conhecimento que são estes os que conduzirão a competição, tomando as decisões que forem necessárias.

 

Clubes

Na verdade não são clubes. Prefiro chamar de  equipes ou times, pois  existem de fato, mas não de direito, um dos motivos para só se realizar campeonatos de futebol amador, com elaboração e aprovação do regulamento pela maioria.

Parentesco

No esporte amador de cidade do porte da nossa, o grau de parentesco é comum entre dirigentes, jogadores e torcedores. É difícil realizar competições,sem que isto ocorra. Dirigentes dirigem competições e equipes, são árbitros  e  em muitos casos,  ainda participam como atletas. Por isso o regulamento é elaborado e aprovado pela maioria. Todos são conhecedores destas dificuldades e situações. Existe o vínculo sim, ainda assim pedimos que atentem para os detalhes a seguir.

1 – Não cometemos injustiça com o denunciante.

2 – O denunciante permitiu que um jogador participasse de dois jogos da sua equipe, sem ter entregue a ficha de inscrição, DESCUMPRINDO O REGULAMENTO aprovado.

3 – Em reunião com presença de testemunhas, quando perguntado se havia entregue a referida ficha, disse que sim, porém ao ser solicitado que um funcionário da superintendência verificasse a pasta da equipe,  para confirmação, demonstrou indignação,  dizendo que isto não poderia ser feito. No intervalo entre a ida do funcionário da sala de reuniões á sala da superintendência, houve por parte de um representante da equipe do denunciante, a tentativa de entregar a ficha, o que não foi aceito pelo funcionário.

3 - Em seguida o representante retirou a ficha do bolso e a entregou a superintendência,  regularizando a inscrição do atleta a partir daquele momento. Este foi o motivo da perca de pontos da equipe infratora. Não há outra forma de punir este tipo de erro.

4 – Com tudo isto ainda tentamos resolver pelo bom senso. Sugerimos uma reunião com as duas partes. O dirigente do IBC, impetrante do recurso contra a Pracinha, aceitou fazer uma nova partida, porém o denunciante disse só aceitar se o jogador irregular jogasse, gerando nova polêmica. 

5 – Sugerimos então que pensassem e trouxessem um posicionamento no dia seguinte, até meio dia. O denunciante não compareceu e nem oficializou qualquer resposta, o que nos levou a decidir finalmente pela perca dos pontos.

6 – Após isto o denunciante sugeriu inclusive em emissora de rádio da cidade,“já que ta bagunçado, deixa bagunçado”, justificando que a ficha de inscrição do jogador Julimar do IBC estava errada. Como não temos conhecimento jurídico, buscamos informações entre advogados e principalmente junto ao procurador do município, que orientou que esta situação é erro material e para a lei não representa prejuízo ou má fé, o que nos fez NÃO atender o pedido do denunciante, que queria que deixasse “bagunçado”.

Em seguida verificamos, que uma das fichas de  um jogador do time do denunciante, tinha situação de erro material também, tendo em vista rasura provocado por corretivo. Não poderíamos tomas outra decisão que não fosse a correção dos referidos erros, conforme orientação de pessoas com conhecimento jurídico.

 

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